GARANTIR A VONTADE POPULAR

GARANTIR A VONTADE POPULAR

Uma análise das análises

Com João, Um Operário Em Construção!

No dia 16/10, uma contribuição do João, um operário em construção.

Obs: Inicio este escrito, dizendo que não me dirijo a quem não respeita o/a trabalhador/a, a mulher, o negro. Não escrevo a quem não respeita a comunidade LGBTs, os índios. Não tomo meu tempo pra bater boca com quem desdenha a importância da preservação ambiental. Não escrevo aos estupidos, intolerantes, abusivos, concentradores… Estes, ainda que em minoria, sempre existirão.
Escrevo aos acomodados/as, aos que tem conciencia coletiva, às e aos amorosos. Me comunico com aqueles/as que choram ao ver a dor do outro. Escrevo, principalmente, aqueles e aquelas que sabem do seu papel como sujeito, e se reconhecem como luz do mundo, o tempero da terra.
Escrevo e vivo praqueles/as que buscam um mundo com justiça e a merecida paz social! Sabendo que paz não é a ausência de conflitos…

Vamos ao texto…

É Preciso estar bem ligado.
O que está em jogo não é só uma eleição, e sabemos disso. A eleição que temos no Brasil e em maior parte dos países são apenas VERNIZES QUE SUSTENTAM DOMINAÇÃO. Dominação chamada de capitalismo, rentismo, globalismo, desenvolvimentismo, entre outras denominações.
Como estamos vendo, não será fácil, ainda que dentro das regras deles, voltar ao controle do Estado brasileiro.
Nós, militantes dos movimentos sociais, que somos capazes de anular nossa própria vida em favor do BEM COMUM, não devemos perder nosso foco.
E nosso foco é: construir caminhos que permitam dialogar com as vítimas do sistema. E, nesta busca, construir um PROJETO DE NAÇÃO (Sei que há um conceito errado nesta formulação: “levar para”… Isso passa a idéia de já existir um projeto definido. Portanto, não é um dialogo, é uma anexação, indução, enquadramento… Como corrigir este método autoritário de condução…? Este é o desafio).
Retomando, ainda que encontre posições contrárias, precisamos levar a sério as eleições de 22. Não só nas eleições majoritárias. Devemos dar o devido valor na eleição de nossos deputados e senadores.
A importância que os setores de direita dão pra impedir que a “petesada ladrona”volte, demonstra a importância que há no controle do estado para manutenção de sua dominação.
Então, não é só uma briguinha de quem não tem o que fazer.
Eles, a direita, sabem que a ocupação do Estado por um grupo não alinhado, pode ser o início de uma bela dor de cabeça. Ainda mais com a história recente, onde os governos petistas foram generosos com o capital, e nem por isso foram tolerados. A direita sabe, que a volta de um campo político democrático, trabalhará no sentido de evitar novas usurpações do Estado. Sabemos, contudo, que só faremos transformações e impediremos novos golpes, se a chegada à máquina do Estado for acompanhada de muita organização de base, com um país solidário na cabeça e coração.
Não pensemos que se darão por satisfeitos com nossa vitória nos processos eleitorais. Quanto mais eles se convencerem de suas dificuldades em conquistar a máquina pela via eleitoral, dado seu distanciamento com os interesses da grande maioria, outros Bosos surgirão, desrespeitando as regras definidas em lei, para, outra vez, manter a dominação, saqueando nosso país.
Não haverá justiça social sem democracia.
Até aqui, ainda que com todos os vícios que conhecemos, é preciso garantir o direito ao voto popular.
É isso ou a barbárie!

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