Onze editais de audiovisual contemplam negros, mulheres e indígenas

Onze editais de audiovisual contemplam negros, mulheres e indígenas

Em 2018, as ações do Governo do Brasil de fomento ao audiovisual serão pautadas por uma palavra: inclusão. Com o programa #AudiovisualGeraFuturo, lançado nesta quarta-feira (7), negros, mulheres, indígenas e outras minorias terão cotas que vão promover maior participação. Além disso, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão investimentos garantidos, o que vai evitar a centralização no Sul e Sudeste do Brasil. Só este ano, o Ministério da Cultura vai investir R$ 1 bilhão no programa.

Cotas

Todos os editais terão as seguintes cotas de participação:
  • 50% realizadores estreantes
  • 50% mulheres
  • 25% negros e indígenas
  • 30% regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste
  • 20% região Sul, estado de Minas Gerais e estado do Espírito Santo

Editais de produção

São oito editais, com 106 obras contempladas. No total, o valor investido chega a R$ 53,6 milhões.

Categorias:

  • Longa-metragem de animação
  • Narrativas audiovisuais para a infância (cuta-metragem)
  • Narrativas audiovisuais para a infância (série)
  • Narrativas transmídias para a infância (curta-metragem e jogo digital)
  • Narrativas transmídias para a infância (série e jogo digital)
  • Jogos digitais
  • Documentários sobre temas de infância e juventude
  • Documentários sobre temas afro-brasileiros e indígenas

Editais de desenvolvimento de projetos

Número de editais: Com valor investido de R$ 10,4 milhões, dois editais vão contemplar 57 obras.

Categorias:

  • Projetos sobre os 200 anos da independência do Brasil (roteiros, teasers, longas-metragens, séries e documentários)
  • Projetos para a infância (roteiros, teasers, longas-metragens, séries de TV)

Difusão

Essa linha de fomento do Ministério da Cultura é inédita e vai contar com um edital voltado ao investimento em festivais, mostras e eventos de mercado do setor audiovisual. O investimento de R$ 16 milhões atingirá até 85 obras.

Cotas:
 
  • 30% produtoras das regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste
  • 20% produtoras do Sul, do estado de Minas Gerais e do estado do Espírito Santo

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Cultura

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