Vinte estados recebem R$ 30,4 milhões para combater Aedes aegypti

Vinte estados recebem R$ 30,4 milhões para combater Aedes aegypti

O reforço ao combate do Aedes aegypti foi mantido em setembro com o repasse de R$ 30,4 milhões do Ministério da Saúde. A parcela vai beneficiar 3.148 cidades do País.

O envio dessa segunda parcela foi condicionado ao cumprimento de critérios como a realização do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), essencial para antecipar ações de prevenção. Em janeiro, foi repassada a primeira parte do apoio, de R$ 91,2 milhões.

“Não podemos baixar a guarda diante de um vetor responsável por várias enfermidades. Por isso, subsidiamos estados e municípios com um reforço financeiro para a intensificação de ações que visam ao controle das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, principalmente, no verão, período de maior circulação desse vetor”, afirmou o ministro Ricardo Barros.

Em alguns estados, como Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, o repasse foi antecipado por causa da epidemia de febre amarela. No entanto, alguns municípios da BA, CE, MG e SP terão de restituir ao Fundo Nacional de Saúde os valores recebidos antecipadamente por não terem cumprido os critérios para o recebimento desses recursos.

Dengue

Em 2017, até 2 de setembro, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o País, uma redução de 84,8% em relação ao mesmo período de 2016 (1.442.208). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa (87%), reduzindo de 678 óbitos em 2016 para 88 em 2017.

Chikungunya

Até 2 de setembro, foram registrados 171.930 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 83,4 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 34,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 261.645 casos.

Zika

No mesmo período, foram registrados 15.586 casos prováveis de zika em todo País, uma redução de 92,6% em relação a 2016 (211.487). A incidência reduziu 92,5%, passando de 102,6 em 2016 para 7,6 neste ano.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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